Sobre euzinha

Eu sou um ser pequeno que vive em Campos dos Goytacazes mas ama São João da Barra. Tenho meus "37" anos estou no 3º período do curso de História da Faculdade de Filosofia de Campos e adoro o SR JUAREZ, que foi quem fez esse template, que é uma graça, para mim. Algumas pessoas dizem que eu sou um "clichezão", mas afirmo que isso não é verdade!

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Não quero me sentir vulnerável aos meus próprios sentimentos!
Mas não sei até onde mais posso continuar dizendo isso pra mim mesma...
Quero não me entregar, mais não respondo mais por mim.
Entrei na contramão das minhas ideologias.

Mas gosto do gosto de rivalidade das várias pessoas que existem (convivem) aqui dentro.

Agrada-me a sensação de desafio. Luto, agora, contra sentimentos involuntários e impiedosos. Que me imobilizam e não me deixam respirar.
Só falta agora saber controlar toda essa explosão interna, que acontece diariamente. Afinal, é o desconhecido que se revela.
Revela-se e faz-se apaixonar. Deixando-nos perder o controle de tudo
Falta noção de tempo e espaço.
Agora tudo acontece em favor de um estranho, que mal chegou e já tomou conta. Saiu conquistando todo mundo. Entrou e nem pediu licença.

As contradições, agora mais que nunca, são completamente visíveis em mim. Tornaram-se marcas, cicatrizes. Posso tocá-las, mas não posso arrancá-las!

Sou tudo aquilo que já vi e vivi. Inspiro os ares do conhecimento. Não abro mão do que sou.

Simples ser...

Simples como ser!


- Postado por: Pessoinha às 01h08
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Eu sou só saudade,
Só ilusão!
Sou um labirinto de caminhos estreitos e estranhos.
Sou o sol e a lua num encontro casual.

Seria o mar e a areia, se você não fizesse questão de me sugar toda a água e retirar de mim até o último grão de areia.

Ainda não me defini depois da partida. O ponto de ônibus está vazio. Coincidência? Sei não... Foi ali que te vi pela última vez.

Cicatrizes. Somente o que vejo em mim são cicatrizes. Daquelas de quando se está aprendendo a andar. Essas hão de ficar pra sempre.

Você não passa de uma vaga lembrança. Já nem me lembro mais do teu perfume. Até me esqueci de como o seu sorriso era agradável. Mas nada terá importância diante da sua volta...


- Postado por: Pessoinha às 18h19
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< POST ESPECIALÍSSIMO>

Sr. Juarez postando.

Então?! O que acharam do template novo que eu fiz pra esse CLICHÊ de menina? Lindo, né?! Eu sei, eu sei... rs
Gostou Pequena?!



- Postado por: Pessoinha às 14h52
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Mudanças...

Resolvi trocar o template. Dar uma arejada!
Não imaginava que uma simples escolha tomaria uma proporção incalculável.
Me rendeu uma bela dor de cabeça e uma irritação sem fim.
Andei fazendo algumas comparações, e cheguei à conclusão de que às vezes deixamos pra fazer mudanças em nossas vidas pelo medo de arriscar e não saber o que fazer depois.
Esse medo nos impele e limita a ânsia de viver. Nos tornamos escravos da rotina que nós mesmos criamos. E quando percebemos que há possibilidade de mudar preferimos continuar em estado de inércia que persistir.
Enquanto escolhia um template novo, repensei meus últimos dias: - Nada como uma faxina!!!

*Ta aí! O que mais me agradou... E olha que vi muitos! Discreto...(?)

- Postado por: Pessoinha às 14h41
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Meu mundinho (EN) QUADRADO

Saudade de dormir vendo a Lua se esconder atrás dos telhados das casas. E ver o Sol nascer do mesmo lugar onde a Lua se escondeu.
Minha janela virava um quadro. Com a mesma paisagem, mas nunca igual.
A lua parecia cantar para embalar meu sono. E o sol me acordava num caloroso Bom-Dia!
Sinto falta da vidinha simples, das poucas coisas. Do cansaço sem motivo aparente, que todo adolescente tem. Devaneios de menina, ilusão de um mundo colorido.
Era eu que pintava meu céu. Um dia laranja de bolinhas brancas. Noutro, as estrelas viravam enormes bolas de fogo.
Já não sou mais eu quem escolhe a moldura da minha vida. É o destino que a impõe.
Mas eu quero expandir, preciso crescer! Está na hora de quebrar a casca...



- Postado por: Pessoinha às 10h17
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- Amiga?
- Não! Amiga é pouco.
- Parceira?!
- Nada. Ela não abaixa a cabeça para os devaneios.
- Cúmplice?!
- Nem de perto. Está sempre a me apontar os erros e a dar-me doloridos puxões de orelha. Mas são deles que me lembro quando vejo que vou cair novamente.
- Então, defina você mesma. O que ela é pra você?
- Indefinível seria a melhor definição. Se veste da melhor maneira para os mais diferentes momentos. Ora paciente, ora impulsiva. Dias de longos sorrisos e dias de mau humor.Vibra com as vitórias e se entristece com as derrotas.
- Pois isso não é um amigo?!
- Não. É mais que isso: é uma dádiva divina.


Hoje vou usar esse espaço para falar de uma pessoa muito especial:
Kathia,
Deus envia anjos disfarçados de gente para habitar no meio de nós, seres pequenos e errantes. E esses anjos têm uma função muito importante em nossas vidas, que é a de fazer dos nossos dias aqui na Terra, dias mais felizes e prazerosos, suavizando nossa dor com gargalhadas, na hora em que menos se espera.
Pra mim, o amigo é quase um palhaço. Que acaba se esquecendo da própria dor, e se veste de uma máscara de ternura, para tirar do outro a coisa mais difícil naquele dia: um sorriso.
Vou montar uma lona azul de bolinhas brancas, para que cantando, todos possam te desejar um Feliz Aniversario do tamanho do mundo. Você merece!


- Postado por: Pessoinha às 08h46
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O espetáculo começa, obrigatoriamente, quando se estréia...

E o meu já começou! Agora sou escrava da minha própria liberdade.
Liberdade conquistada a duras penas. Tão suada e tão demorada. Porém bem vinda.
Mas não pretendo parar por aqui... O espetáculo da vida continua. E talvez, quando a minha total liberdade estiver pronta, seja a hora de deixa-la.
Ou não...
Nascemos pra viver ou morremos pra nascer?
Só sei que dá na mesma, ou seja, em nada!

A gasolina vai subir 0.06 centavos, porque a procura do álcool aumentou. E com grande procura não há produção suficiente. E a gasolina brasileira é composta por 25% de álcool. Daí o motivo do preço da gasolina subir.

Mas o que isso importa?
Não adianta de nada uma pobre universitária se preocupar com simples causas sociais, com as pessoas que terão de comer menos para chegarem mais cedo ao trabalho. De nada adianta.
O interessante é que esse CÍRCULO VICIOSO escraviza tanto quanto a minha liberdade.

O fato é simples: todos vão pagar a mais pelo combustível que usam para envenenar uma possível conquista de LIBERDADE.

- Postado por: Pessoinha às 20h46
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Ora menina, ora moça, ora mulher.

O fizera para merecer aquilo? Ou para não merecer?


Não há mais nada a fazer a não ser sentir.


Sentir a dor de uma perda. Mas o que se perdeu ainda vive nela.


Sentir que o tempo passou. E não se fez nada para aproveita-lo.


Sentir que as palavras de nada valem. E o sentimento se manifesta das mais variadas formas e cores.


O dela é negro!


 


Ela tem a alma amarela: cor da alegria e da espontaneidade.


Um jeitinho faceiro e espevitado. Uma felicidade infantil que torna seu semblante o mais meigo de todas as outras. E uma mania chata de dar cores a tudo.


Respira como mulher. Age como mulher. Sente como mulher.


Antes vivesse como menina, como a chamam. (Menos responsabilidade!)


Não a prepararam para essas coisas da vida. Mas será que há preparação para essas tais coisas? Ela não sabe nem o que isso significa! Não aprendera em lugar algum.


 


Uma lágrima caiu sobre o papel, manchou o que escrevia. Mas só lhe permitiu uma única lágrima. Era o bastante.


 


A vida lhe trouxe de volta algo praticamente esquecido, acabado. A vida tem dessas coisas. É uma traidora. Afirmou para si.


 


- Dói, mas passa...


 


 


 


 



- Postado por: Pessoinha às 11h31
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Passado Presente

 

Será que é isso mesmo que a vida guardou pra mim?

Sei que já estou nos meus últimos dias. Como é que dizem mesmo?

- Acho que ele vai bater as botas!

 

É exatamente isso. Não vivo mais de um mês. Olho-me no espelho e não mais vejo o brilho e a virilidade de antes.

Parece que sou um estranho pra mim mesmo. E não me reconheço mais.

Apesar dos quarentas e oito anos que me arrebatam agora, não me encaixo nos grupos de homens da minha idade. Sinto-me muito mais velho que eles. O que eu digo não mais agrada.

O que ainda me faz feliz, são meus discos de Rita Lee e os de Raul Seixas, meus livros de Paulo e minhas vagas lembranças de uma juventude bem vivida.

Sou um homem solitário, cansado de viver. Com uma única certeza (aquela que todos temos). Não espero mais nada da vida. Um  homem sem futuro. Sem convicções.

Saboreio minha saudade. Ela tem gosto de pimenta. A única pessoa que amei e nunca possuí. Isso permanece em mim, como uma ferida aberta. Abusa do homem bondoso que um dia fui e da docilidade que um dia tive.

 

Será que é essa a conseqüência de amar com tanta intensidade?

 

Prezo quem consegue amar e ser feliz...



- Postado por: Pessoinha às 11h20
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Ele tinha um caso. Sem meios termos, tinha um caso com uma prostituta. Não uma mulher de vida fácil...

Largava a família em casa para encontrá-la. Não pensava nas explicações que daria à amada esposa. Explicava a si mesmo: - Ela não é como as outras. É uma mulher diferente. É inteligente e sabe das coisas.

Era a justificativa necessária. Além do quê tinha um lindo nome. Chamava-se Lúcia. Mas não qualquer Lúcia. Uma vez, confessara para si mesmo que era um pouco fora de moda para um pseudônimo. Resolvera, então, perguntar:

-      Por que "Lúcia"? Tantos para escolher. Logo esse...      

-      Uma personagem de um livro de Sidney Sheldon, sabe?!

(Ficara perplexo diante dela sem saber o que dizer. Sentira uma felicidade imensa que não demonstrava. Ela lera seu livro favorito).    

-         “As areias do tempo”?

-       hu hum...

 

 

Sentiu-se incomodado porque havia esquecido de que ela não gostava de perguntas (não as respondia, na maioria das vezes).  Não conseguia entender o que uma mulher como Lúcia, tão inteligente e refinada, fazia num prostíbulo. Vendendo-se  para quem oferecesse mais. E o pior é que sentia que ela gostava. Não poderia lutar contra aquilo.

 

Todos os dias a velha e inseparável rotina começava. Sua única alegria era Lúcia. De vez em quando pensava nos filhos (duas belas crianças), mas sua consciência pesava realmente quando lembrava de sua mulher, e de como todo o amor que sentia por ela foi sucumbido pela paixão avassaladora que Lúcia o proporcionava.

 

Um homem distinto, sério e respeitador. Entregou-se a uma mulher que mal conhecia. Não sabia nem seu nome verdadeiro, muito menos sua história de vida e os motivos que a levou até ali. Trocou a estabilidade pelo desconhecido. Queria viver mais intensamente aquela paixão. Não sabia ele que Lúcia se despediria naquela semana.

 

-         Não me adapto a lugares pacatos. Cansei daqui. Quero viver na cidade grande.

-         E eu? Como vou ficar sem você?

 

E ela não respondeu mais uma vez. O silêncio tomou conta do quarto. Um cômodo simples, com um lençol vermelho e amassado jogado em cima da cama. Recolheu suas roupas. Saiu com o terno na mão e o nó da gravata desfeito. No longo percurso para casa, uma lágrima escorria em seu rosto áspero, a barba por fazer.

 

Continuava sem saber quem era aquela mulher. A cada passo dado, desiludido, ela se tornava mais estranha. Agora, apenas uma lembrança.     



- Postado por: Pessoinha às 10h48
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Finalmente entrou em consenso consigo mesmo, e deixou de lado (pelo menos por enquanto) todas as suas contradições. Porém, ainda encarava a vida e a vivência com um certo ar de ambigüidade. Tinha ciência de que ainda era imaturo demais para enfrentar o desconhecido.

Gostava de desafios. Aquilo era desafiador em excesso. Temia não acertar. Ela parecia-lhe um gigantesco quebra-cabeça. Mas tinha que saber montá-lo. Tinha urgência ao menos. Conhecia tão pouco da vida...

Precisava enfrentar aquilo com a imortalidade dos cavalos de Aquiles. Só assim desfrutaria de suas conquistas, posteriormente. Perder seria motivo suficiente para não viver mais. Que razões teria?

Ergueu-se, e decididamente enfrentou as estratégias que defendiam o território que pretendia alcançar.

Acabou, ele conseguiu. Convenceu-se de que deveria ser cauteloso, e explorar todos os cantos e recantos de sua prenda de guerra.

Mas tudo isso pra quê? 

O vazio mais difícil de se traduzir. Era o que ele sentia naquele momento. Havia se definido afinal. Mas ainda faltava... nem ele sabia o quê!

Não conseguiria nunca explicar. Mal sabia ele que era, aquela, a palavra mais difícil de se traduzir em todo o mundo.

Valeu, realmente a pena abrir mão de tanta coisa?

Não encontrou resposta pra essa pergunta.

Resolveu deixar o tempo falar por si...

- Postado por: Pessoinha às 10h24
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Fitava tudo ao seu redor...


Primeiro o rapaz que tragava o cigarro tranqüilamente. Depois um cachorro solitário que vagava à sombra da noite. E ainda um prédio com algumas luzes acesas e outras apagadas.


E ela continuava ali. A fitar e a pensar.


Não pensava. Não queria pensar em nada.


Mas como um súbito, a paisagem se transformara.


Rapaz, cigarro, cachorro, prédio. Todos esses elementos tornavam-se um só, como uma espécie de síntese de tudo aquilo que vira a pouco.


Parou um momento e tentava alcançar os pensamentos soltos que lhe vinham à mente. Tudo lhe parecia maior.


Entrou em desespero, e uma angústia cortava-lhe fortemente o peito.


Tentava em vão, com maior esforço compreender tudo o que a cercava. Mas o seu mundo tornara-se gigantesco, e  não conseguia mais agarrá-lo com as mãos.


Sentira-se perdida e insegura. Lembrava-se de quando era menina. Era estranho mais um dia fora menina. Lembrava-se de todos os passos que dava até tomar certas decisões importantes. Fora submetida a constrangimentos desde pequena.


Concluíra então que tivera sido muito inconstante. Decidira mudar. Passou a aceitar passivamente sua desordem interior. O que a incomodara durante longo tempo. Aceitara que aquilo fazia parte do seu simples ser.


A noite fora embora dando lugar à luz matinal, que rasgava o céu num rompante agressivo. O dia não queria mais esperar. Olhava para o alto e pedia (para o que não via)  forças para suportar mais uma jornada. Só não podia e não queria naufragar. Cansara de fraquejar.


Seria o fim de uma crise? Ou seria o término de uma etapa e início de outra?


Não soubera. Jamais saberia!      


O sol já estava alto, e ainda estava ali como a noite a deixara...


 



- Postado por: Pessoinha às 09h01
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Enfim, consenso!

Lancei mão do falso puritanismo. Não contribuo mais para essa conjetura moralista. Chega de princípios morais baratos.
Não defendo mais essas ideologias de salvação que nos restringe.

_ Pára o mundo porque eu quero descer!

Cansei de me autodefender. Dei fim aos meus próprios conceitos. Pus fogo no que chamava de opinião. Estou exausta de tentar filosofar.

Já fui uma amante da vida. E até do próprio amor!
Uma vez ouvi de um ex-professor de História:
“_ O amor é uma flor rara que nasce no solo fértil do coração dos tolos!”
Escutei e ouvi.
Aprendi... Mas isso não importa muito.

Bancava a tola, ‘pensando que meus pensamentos’ ‘eram o que eu sou’.
Mas eles não significam o meu “eu”. Somente significam uma parte do que um dia tentei ser, e fracassei.

Tem gente que diz que erro é virtude. Mas serei obrigada a discordar. Erro não é virtude. Não no mundo em que eu vivo. Eu não posso errar...
Tem gente que diz que podemos nos redimir errando, e eis aí o motivo da existência do erro. Me sentirei obrigada a discordar novamente. Acredito o erro ser demonstração de fraqueza.
E é disso que temos que nos redimir!

Algo posou em mim. Encostou. Sei lá! Sei é que me incomoda. E como incomoda!
“Só sei que nada sei!”
Quem foi que disse isso? Louco!
Sempre se sabe algo. Mesmo que não se saiba o que esse algo significa.
Quer saber?! Sei não...
Ah! lembrei! Sócrates. Acho que é isso mesmo...

- Postado por: Pessoinha às 21h01
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Diretrizes...

Ainda prefiro ter os meus momentos de total arrebatamento.
Às vezes choro com razão, às vezes não! Mas eu odeio chorar!
Ganho forças de acordo com minha imaginação. E esta me permite ir longe. Bem longe... Eu não a impeço. Ela é o reflexo da minha alma. Sonho sim!
Sinceramente não sei o que seria de mim se não sonhasse. Menina do passado deturpado e do futuro incerto.

_ Para onde vais?
_ Para o caminho que a vida me indicar. Já estou de malas prontas. Não tenho moradia.
_ E quem tu és?
_ Sou o que me dizem que sou.
_ Não te importas com essa instabilidade?
_ E porque me importaria? Não tenho nada a perder. Sou “amiga do acaso”!
_ Conforma-se com muita facilidade!
_ Creio que não! Estou calejada. O topete não me serve a todo o momento. Aprendi a me redimir quando me permitem.
_ Por que se preocupa tanto com os outros?
_ Porque tive que viver a vida deles antes da minha própria vida.
_ Ahn...
_ Agora podes me dizer o motivo de tal interrogatório?
_ Desculpe-me! Esqueci-me das convencionais apresentações. Chamo-me Destino da Vida Agora. E preciso que venhas comigo...




- Postado por: Pessoinha às 20h25
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Um enorme cardápio à frente de deles.

Não sabiam o que escolher. Não faziam idéia nem de onde começar.

Tantas alternativas, mas tanto o que pensar. Todo o tipo de solução! Para todos os gostos e problemas.

Escolhas tão importantes, tão precisas. Dependia daquele momento a posteridade dos dois. Dependia somente daquela decisão. Por que tinha de ser tão difícil? Por que tudo estava tão inalcançável, logo quando era tudo tão previdente?

Mas ainda restava uma esperança, que estava exatamente localizada num ponto crucial: em seus olhares... Estavam tristes... Teriam que se despedir. Porém nada lhes tirava a esperança.

Seria a esperança uma coisa ruim?

Será que o que lhes aguarda é uma “Caixa de Pandora”?

Não! Não necessita resposta!

Creio que desejam que a vida lhes tragam o que há de melhor.

Antes a ilusão de um acontecimento bom, que a tristeza de uma possível derrota!

Mas ainda há tanto o que escolher...


- Postado por: Pessoinha às 18h14
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